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“We cannot solve our problems with the same thinking we used when we created them.” - Albert Einstein

ECMA-262

O poder do JavaScript

Inicialmente criada para rodar nos browsers Netscape Corporation, a linguagem JavaScript foi criada para absorver algumas idéias do Java, como a clareza, a sintaxe, mas, principalemnte a orientação a objetos e a característica cross plataform. É interessante perceber que, mesmo ainda sendo recente, a linguagem de script com sintaxe muito similar ao Java e um poderoso gerencialmento de variáveis e transformações do tipo “lazy biding”, logo se tornou obrgatória para qualquer browser que quizesse ser compatível com a rede.
Essa preocupação levou o Microsoft a criar um clone, bem menos trabalhado ou seguro, batizado de JScript. À exceção de algumas diferenças, principalmente na gerência de memória e no rigor do parser (interpretador do script), as especificações das duas linguagens eram quases as mesmas, e a sintaxe, idêntica. Depois de alguns poucos anos de briga, as duas corporações adotaram um padrão, ou uma especificação mínima de compatibilidade, seguidas de todas as outras empresas que produzem e distribuem browsers. Essa padronização, comumente chamada de ECMA-262 (European Computer Manufacturing Association’s ECMAScript Language Specification), definiu o nível de compatibilidade mínima que deve ser oferecida, ou mantida por ambas linguagens, JavaScript e JScript, o que não impediu que a Microsoft transformasse a especificação do JScript numa linguagem dupla, o interpretador aceita as contruções criadas segundo a especificação ECMA, e também contruções completamente diferentes. Infelismente, o padrão “mole” de Bill Gates ganhou mais adeptos, incluindo ambientes gráficos de ajuda à contrução de páginas web, como o Dreamweaver, que é usado no tribunal.

Mesmo assim, o JavaScript ainda é uma linguagem multipropósito, clara, simples, fácil de aprender e que, quando aliada ao uso da especificação do Modelo de Objetos de Documento (DOM) pode gerar páginas e sistemas realmente dinâmicos, úteis e fáceis de usar.



Document Object Model

Se você já viu alguma página com letras se movendo, menus dinâmicos, botões que aparecem ou somem é por que certamente um programador esperto usou o Modelo de Objetos de Documentos. É exatamente este conceito o mais desconcido e, ao mesmo tempo, o mais poderoso de toda a especificação da tecnologia html, que evoluiu para até o conceito de XML (extensible markap language).

Para entender DOM é só pensar em uma instância de um browser como um objeto. Este objeto possui outros objetos, entre eles os frames e a própria página, ou documento, em exibição. A página, por sua vez, tem mais sub-objetos, como os formulários, os parágrafos e tudo o mais que aparece ali. Como qualquer classe em ECMA-262 pode ser criada, modificada, extendida e até instanciada durante um Thred de execução (A definição de thread fica para o Edward), o memso ocorre com os parágrafos e formulários de um documento, que ganham novos comportamentos e propriedades.

Assim é possível, além de montar a página dinamicamente, dar um comportamento aos objetos do documento de forma que interajam com o usuário, propiciando alguns recursos impossível de serem implementados apenas com server side pages. Entretanto, é importande lembrar que o documento é um objeto que é instanciado (passa a existir) no browser do usuário. Por isso não é a melhor idéia deixar parte importantes da inteligências das aplicações no browser. Pois, como já disse antes, Bill gates não liga muito pra especificações rigorosas e ainda assim 90% dos cidadãos da internet rodam IE, da microsoft.

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